sexta-feira, dezembro 17, 2004

Gestos

Vir de propósito ao hospital e pedir uma receita de um medicamento apenas para chegar à fala com o médico. Como se fosse clandestino. Depois, abre o jogo e diz-me, doutor posso deixar-lhe estas garrafas de vinho do Alentejo? Como se de uma carga secreta se tratasse. São coisas destas que me fazem sorrir.
Para explodir tenho os comentários de quem nunca pode ver mais um doente dos que os que tem marcados, venham eles de onde vierem, às vezes de mais de cem quilómetros.

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